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Do antes e depois ao “menos é mais”: a virada da estética entre ex-BBBs 2026
Participantes do Big Brother Brasil desde ano reacendem o debate sobre quando optar por cirurgias ou intervenções mais sutis
A estética vive um momento de transição. Se antes o “antes e depois” extremo dominava as conversas, hoje a busca por resultados mais naturais, personalizados e equilibrados ganha cada vez mais espaço, movimento impulsionado tanto pelas redes sociais quanto pela exposição na TV.
Esse cenário ganhou força recentemente com o Big Brother Brasil 26, que voltou a colocar o tema no centro das discussões. Pós final, nomes como Aline Campos, Jordana Morais e Brígido evidenciam como diferentes escolhas estéticas podem impactar não só a aparência, mas também a percepção do público sobre exagero e naturalidade.
Enquanto alguns apostaram em procedimentos mais invasivos, como lifting facial e lipoaspiração, outros seguiram caminhos mais sutis, com botox, preenchimentos e tratamentos faciais. O contraste entre essas abordagens reacende uma dúvida comum: até que ponto vale investir em mudanças mais profundas?
Segundo Luzia Costa, CEO da Sóbrancelhas, a resposta está menos na intensidade do procedimento e mais no objetivo de cada pessoa. “Hoje não se trata apenas de transformar, mas de preservar a identidade. Procedimentos mais agressivos têm indicações específicas, enquanto os menos invasivos são ideais para manutenção e realce da beleza natural”, explica.
Procedimentos agressivos x menos agressivos: qual a diferença?
Os procedimentos considerados mais agressivos são aqueles que envolvem cirurgia, anestesia ou um tempo de recuperação mais prolongado. Em geral, promovem mudanças estruturais e duradouras, sendo indicados para quem busca transformações mais profundas na aparência, como já visto entre ex-participantes do reality.
É o caso de Jordana Morais, que realizou rinoplastia, cirurgia que altera a estrutura do nariz e impacta diretamente a harmonia facial, exigindo planejamento e um pós-operatório mais cuidadoso.
Por outro lado, os procedimentos menos agressivos, também chamados de minimamente invasivos, têm ganhado espaço por oferecerem resultados mais sutis, com rápida recuperação e menor risco. Entre os ex-BBBs, esse movimento também aparece de forma estratégica e personalizada. Participantes como Maxiane já apostavam em botox e preenchimentos como forma de manutenção estética contínua.
Já Brigido chama atenção por seguir um caminho diferente: o visagismo. A técnica, que analisa traços, proporções e expressão individual, foi usada para valorizar sua imagem de forma mais natural, sem recorrer a intervenções cirúrgicas, um exemplo claro de como ajustes bem direcionados podem gerar impacto sem grandes mudanças estruturais.
De acordo com Luzia, o mercado caminha para uma abordagem mais personalizada e combinada. “Não é sobre escolher entre um ou outro, mas entender o momento de cada técnica. Muitas vezes, procedimentos menos invasivos prolongam ou até evitam a necessidade de cirurgias”, afirma.
Essa mudança reflete um novo comportamento do consumidor, que busca resultados mais naturais e alinhados à própria identidade, evitando transformações excessivas.
Entre os procedimentos minimamente invasivos mais procurados na Sóbrancelhas, Luzia destaca o design de sobrancelhas aliado ao visagismo como um dos principais. “É um procedimento com resultado imediato, que valoriza o olhar de forma personalizada e respeita as características individuais de cada rosto. Muitas vezes, esse ajuste já é suficiente para trazer mais harmonia facial e realçar a beleza natural, sem a necessidade de intervenções mais profundas”, explica.
A especialista reforça que o futuro da estética está justamente nesse equilíbrio: entender o perfil de cada pessoa e combinar técnicas de forma estratégica, priorizando sempre a naturalidade, a segurança e o bem-estar do paciente.
Sobre Sóbrancelhas:
A Sóbrancelhas, rede de estética facial, conta com mais de 200 unidades espalhadas pelos países: Brasil, Argentina, Bolívia, Espanha, Portugal e em processo de implantação de outras 10 operações nos Estados Unidos. A primeira loja foi lançada em 2013, em Taubaté-SP. A marca foi pioneira nos serviços voltados para o olhar e beleza do rosto com o mercado de quiosques. Luzia Costa é CEO do Grupo Cetro, que detém as marcas Sóbrancelhas, DepilShop, entre outras. A empresária coleciona prêmios, como: Prêmio Grandes Mulheres, na Categoria de Médias Empresas, realizado pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios – PEGN e Facebook; Destaque Empresarial 2018 & Revelação na área de Empreendedorismo Social; Prêmio Empresário do Ano Top of Quality Gold Internacional, entre outros. Já a Sóbrancelhas possui prêmios como Melhores Franquias da PEGN, Selo de Excelência no Franchising (ABF), Negócios em expansão (Exame), Certificado de Franquia Internacional, entre outros. A Sóbrancelhas, com fábrica própria, possui serviços e técnicas de estética facial, além de um portfólio de produtos exclusivos para cuidados com a face.
Nota cedida por: Queissada Comunicação
Foto: TV Globo
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