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Influenciadora critica mentoria de Natalia Beauty após investir R$ 20 mil em imersão em Portugal

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“Entre passagens, hospedagem, alimentação, transporte e ingresso VIP, o investimento total se aproximou dos R$ 20 mil. O que encontrei foi desorganização e uma insistência constante para comprar novos produtos”, afirma Ravena Hanniely

A influenciadora e empresária Ravena Hanniely, de 24 anos, afirma ter desistido de aderir ao Moonshot Club, mentoria apresentada durante o Power Day, evento promovido por Natalia Beauty em Portugal, após investir quase R$ 20 mil para participar da experiência e concluir que a realidade encontrada no local não correspondeu às expectativas criadas antes da viagem. Segundo ela, a decisão foi motivada tanto pela experiência vivida durante a imersão quanto por questionamentos surgidos durante a análise do contrato da proposta.

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Ravena conta que viajou para Lisboa para participar do Power Day, realizado nos dias 18 e 19 de abril de 2026. Segundo ela, o ingresso VIP custou 598 euros, valor próximo de R$ 4 mil. Somados os gastos com passagens aéreas, hospedagem, alimentação e transporte, o investimento total se aproximou dos R$ 20 mil. A expectativa era participar de uma experiência voltada ao desenvolvimento empresarial, networking e estratégias de crescimento.

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No entanto, segundo seu relato, a programação foi marcada por falhas de organização e pela constante apresentação de novos produtos e serviços aos participantes. Entre as ofertas realizadas durante o evento estava o Moonshot Club, mentoria empresarial apresentada como uma oportunidade de continuidade para os empresários presentes.

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A influenciadora relata que chegou a considerar a contratação da mentoria, mas decidiu solicitar acesso ao contrato completo antes de assumir qualquer compromisso financeiro. Foi durante essa análise que surgiram os principais questionamentos.

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Entre os pontos que mais chamaram sua atenção estava uma cláusula que estabelecia que a relação contratual não seria caracterizada como relação de consumo nos termos do Código de Defesa do Consumidor, prevendo que o contrato fosse regido pelas normas do Código Civil. Segundo Ravena, esse foi um dos trechos que mais pesaram em sua decisão de desistir da adesão.

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“Ao chegar nessa cláusula, comecei a questionar várias coisas. Eu tinha acabado de participar de um evento vendido comercialmente e estava diante de uma mentoria oferecida comercialmente. Foi um dos pontos que mais influenciaram minha decisão de não seguir adiante”, afirma.

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Além disso, Ravena relata ter encontrado previsões relacionadas a multas, cancelamento, confidencialidade e uso de imagem que, em sua avaliação, mereciam uma análise mais cuidadosa antes da assinatura. Segundo ela, esses pontos não receberam o mesmo destaque durante as apresentações realizadas no evento.

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A empresária afirma que a leitura do contrato acabou reforçando dúvidas que já haviam surgido durante a experiência em Portugal. “Eu cheguei aberta para aprender e fazer conexões, mas saí com a sensação de que tudo girava em torno da venda de novos produtos. Quando sentei para analisar o contrato com calma, percebi que não me sentia confortável em seguir com a contratação. O palco me convenceu. O contrato me fez desistir”, conclui.

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Vídeo: Link

 

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Nota cedida por: CO Assessoria

Foto: @ravenahanniely

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** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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