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Inteligência artificial simula rosto com menos volume e vira aliada na reversão dos preenchimentos

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“Pela primeira vez, a tecnologia está sendo usada para mostrar não o que falta no rosto, mas o que pode estar sobrando”, afirma a dermatologista

A inteligência artificial começa a ganhar espaço nos consultórios de estética como ferramenta para simular rostos com menos volume antes da reversão de preenchimentos. Em vez de apenas projetar mudanças nos traços ou sugerir procedimentos para adicionar volume, a tecnologia passa a ser utilizada para mostrar cenários mais naturais, ajudando pacientes a visualizar como a face poderia ficar com menos preenchimento, mais naturalidade e maior foco na qualidade da pele.

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Segundo a Bernardo Magalhães, diretor executivo da Harmonize Gold, a ferramenta surge como uma forma de facilitar a comunicação entre médico e paciente. “A inteligência artificial não substitui a avaliação médica, mas pode ajudar o paciente a enxergar possibilidades diferentes e entender melhor as proporções do próprio rosto antes de tomar qualquer decisão”, explica.

A discussão ganhou força nos últimos anos depois que celebridades como Gkay, Deborah Secco, Scheila Carvalho, Gretchen e Gabi Martins passaram a falar publicamente sobre a retirada de preenchimentos e a busca por uma aparência mais natural. O movimento ajudou a ampliar o debate sobre proporção facial, identidade e os limites do excesso de volume.

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Para o diretor, a principal mudança observada nos consultórios está na troca do foco exclusivo no preenchimento por abordagens voltadas à qualidade da pele. “Hoje existe uma compreensão maior de que firmeza, textura, elasticidade e sustentação também fazem parte do rejuvenescimento. Em muitos casos, o paciente percebe que não precisa necessariamente de mais volume, mas de uma pele com melhor qualidade”, afirma.

De acordo com o especialista, a inteligência artificial acompanha uma transformação que já vinha acontecendo no comportamento dos pacientes. “Existe um interesse crescente por resultados mais naturais e individualizados. A tecnologia ajuda a tornar essa conversa mais objetiva porque permite visualizar diferentes cenários antes de qualquer procedimento. Em muitos casos, ela ajuda o paciente a perceber que o caminho não está em adicionar mais volume, mas em investir em estratégias voltadas à firmeza, sustentação e qualidade da pele. Durante muito tempo a pergunta era onde colocar mais volume. Agora a pergunta começa a ser outra: como recuperar qualidade da pele sem perder a identidade do rosto”, conclui.

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Nota cedida por: CO Assessoria

Foto: @harmonizegoldoficial | Foto gerada por IA

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