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Cicatrizes nas axilas de Jojo Todynho chamam atenção; entenda por que a marca permanente faz parte da braquioplastia

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“A cicatriz precisa ser discutida com clareza antes da cirurgia, porque faz parte do resultado”, afirma a cirurgiã plástica Thamy Motoki

Jojo Todynho, de 29 anos, chamou atenção ao mostrar nas redes sociais as cicatrizes de uma cirurgia realizada para retirar o excesso de pele das axilas e corrigir marcas de um procedimento anterior nas mamas. A artista exibiu as incisões que seguem da região das axilas até abaixo dos seios e contou que ainda enfrenta limitações para levantar completamente os braços. Embora não exista confirmação pública de que ela tenha realizado uma braquioplastia clássica, o caso abre espaço para explicar as cirurgias indicadas após grandes perdas de peso e por que as cicatrizes fazem parte do processo.

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A cirurgiã plástica Thamy Motoki (CRM-SP 166619 | RQE 81062), especialista em cirurgias pós-emagrecimento da Revion International Clinic, explica que a braquioplastia, também conhecida como lifting de braços, é indicada para pacientes com flacidez acentuada e sobra de pele entre a axila e o cotovelo. O problema pode provocar atrito, assaduras, dificuldade de higiene, desconforto ao vestir determinadas roupas e até limitação dos movimentos. “A musculação fortalece os músculos e melhora o desenho dos braços, mas não consegue retirar a pele que perdeu elasticidade. Quando essa sobra começa a afetar o conforto, a movimentação ou a qualidade de vida, a cirurgia pode ser avaliada”, afirma.

Segundo a médica, a posição e o tamanho da marca dependem do grau de flacidez apresentado pelo paciente. Em casos mais leves, a incisão pode ficar concentrada próximo à axila. Quando há sobra de pele ao longo de todo o braço, a cicatriz pode seguir pela parte interna ou posterior até perto do cotovelo. Após grandes perdas de peso, também pode ser necessário estender o corte para a lateral do tórax. “Não existe uma retirada importante de pele sem incisão. O planejamento é feito para posicionar a cicatriz da forma mais estratégica possível, mas o paciente precisa entender desde o início que ela permanecerá como parte do resultado”, explica.

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A cicatriz costuma mudar bastante ao longo do pós-operatório. Nos primeiros meses, pode ficar avermelhada, endurecida ou mais elevada. Com o amadurecimento, que pode levar um ano ou mais, tende a se tornar mais plana e clara. “Não é correto prometer uma marca invisível. Existem técnicas cirúrgicas e cuidados que ajudam na evolução, mas a resposta também depende da genética, da qualidade da pele, do tabagismo e da forma como o paciente segue as orientações durante a recuperação”, ressalta.

Nas primeiras semanas, é comum existir inchaço, sensibilidade e limitação temporária para elevar os braços. O paciente deve evitar carregar peso, abrir excessivamente os braços ou realizar movimentos que provoquem tensão na região operada. Dependendo do caso, podem ser indicadas mangas compressivas, fitas, géis, drenagem ou fisioterapia. “O retorno às atividades precisa ser gradual e liberado pelo cirurgião. Forçar os braços antes do momento adequado pode prejudicar a cicatrização e favorecer o alargamento da marca”, orienta.

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Para Thamy, a decisão pela cirurgia exige uma avaliação realista da relação entre a cicatriz permanente e os benefícios esperados. Em pacientes com grande excesso de pele, o procedimento pode melhorar o contorno, o conforto e a mobilidade, mas a marca precisa ser compreendida antes da operação. “A braquioplastia substitui uma sobra de pele que causa incômodo por uma cicatriz planejada. Quando há indicação correta e o paciente entende essa troca, a marca costuma ser vista como parte de uma melhora maior na funcionalidade, no contorno e na qualidade de vida”, conclui.

Nota cedida por: CO Assessoria

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Foto: @jojotodynho | @drathamymotoki | @revionclinic

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** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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