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Creators na Copa: com pagamentos previstos para até 120 dias, antecipação de recebíveis ganha força

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ANTI, plataforma de soluções para a economia criativa, já antecipou R$ 250 milhões em recebíveis para profissionais e empresas do setor, incluindo para o Golden Magic Orlando, que participou da operação logística de um programa do SBT durante o torneio, evitando receber apenas em 60 dias

A Copa do Mundo de 2026 tem acelerado a produção de campanhas digitais no Brasil, mobilizando criadores de conteúdo, agências e produtoras em entregas para marcas. Embora os conteúdos sejam produzidos e entregues no ritmo acelerado do evento, os pagamentos ainda seguem os prazos tradicionais do mercado publicitário, que podem chegar a 120 dias. É nesse intervalo que a antecipação de recebíveis ganha relevância: segundo o ANTI, plataforma de soluções financeiras para a economia criativa, a demanda por operações financeiras relacionadas ao evento tem sido especialmente relevante neste trimestre.

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“Grandes eventos reforçam que o setor já funciona como parte da infraestrutura comercial das marcas ao entregar audiência, conteúdo e influência em tempo real, mas ainda opera com um fluxo financeiro pensado para outro ritmo. A antecipação de recebíveis não entra como uma solução emergencial, e sim como uma ferramenta de gestão: ela dá previsibilidade para que essa cadeia consiga pagar equipe, fornecedores e reinvestir em produção sem depender do prazo de pagamento do contratante”, afirma João Pedro Novochadlo, CMO do ANTI.

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A pressão por esse tipo de solução acompanha o avanço dos creators nos orçamentos de marketing. Segundo dados do IAB citados pelo Wall Street Journal, anunciantes dos Estados Unidos devem investir US$ 43,9 bilhões em 2026 em posts patrocinados de creators e anúncios relacionados, acima dos US$ 37,1 bilhões registrados em 2025. A projeção representa crescimento de 18% em um ano e reforça que criadores passaram a ocupar uma fatia relevante da verba publicitária.

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Essa dinâmica aparece na prática em contratos que já foram entregues, mas ainda aguardam o ciclo de pagamento do contratante. Um exemplo é o da Golden Magic Orlando, que participou da operação logística de um programa do SBT durante a Copa e tinha previsão de receber em 60 dias após a entrega. Com a antecipação feita pelo ANTI, a empresa conseguiu sustentar o ritmo de uma operação típica de Copa, marcada por prazos apertados, alta demanda e custos concentrados em um curto período, acessando caixa antes do ciclo tradicional de pagamento do contratante. “Sem a antecipação, a operação teria sido financiada com caixa próprio justamente em um dos períodos de maior demanda do ano”, afirma representante da Golden Magic Orlando.

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O ANTI já antecipou R$ 250 milhões em recebíveis para profissionais e empresas da economia criativa e projeta alcançar R$ 800 milhões até o fim de 2026. Apenas neste ano, a empresa movimentou R$ 160 milhões em antecipação de contratos, com 780 operações realizadas, inadimplência inferior a 0,1%, mais de 10 mil profissionais e empresas atendidos e uma rede de 90 parceiros ativos. Segundo estimativas do ANTI, a demanda reprimida por capital nesse mercado já supera R$ 1 bilhão.

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Mudança no consumo e na transmissão

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A edição de 2026 também consolidou uma mudança na forma como grandes eventos esportivos são distribuídos e consumidos. Segundo a Reuters, a CazéTV tem provocado uma ruptura no hábito de audiência da Copa no Brasil ao transmitir gratuitamente todos os 104 jogos do torneio pelo YouTube, chegando a um pico de 21,3 milhões de streams simultâneos durante a partida entre Brasil e Japão, um dos maiores públicos ao vivo já registrados no YouTube.

 

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“Essa virada mostra que creators deixaram de atuar apenas como comentaristas ou canais complementares de repercussão. Eles passaram a ocupar um espaço central na cobertura, na distribuição e na memória social do evento desde o pré-jogo até as reações nas redes sociais. Esse novo protagonismo reforça a relevância financeira da cadeia criativa, pois quanto mais criadores, produtoras e agências passam a operar como mídia, maior a necessidade de estruturas capazes de acompanhar o ritmo de entrega desse mercado”, finaliza Novochadlo.

 

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Sobre o ANTI: O ANTI é uma empresa do Grupo DUX, holding brasileira que desenvolve soluções financeiras e de inteligência financeira para a economia criativa. Fundado em 2020, o grupo atua com crédito, por meio de antecipação de recebíveis, serviços financeiros, tecnologia e análise orientada por dados, atendendo criadores, agências, produtoras e empresas da indústria criativa.

Em 2025, o Grupo DUX movimentou R$ 85 milhões em antecipação de contratos, com inadimplência inferior a 0,1%, atendendo mais de 10 mil profissionais e empresas, com uma rede de 90 parceiros ativos.

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Nota cedida por: MayaPR

Foto: Divulgação

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