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Mais de 85 mil plantas transformam paisagem da 71ª Festa do Peão de Barretos e exigem cuidado diário
Parque do Peão reúne 45 mil sunpatiens, 10 mil petúnias e 30 mil orquídeas, além de girassóis e vincas; equipe de 15 pessoas acompanha diariamente os jardins espalhados pelo complexo
Quem passa pela Avenida 25 de Agosto, dentro do Parque do Peão, encontra, ao lado da rotatória, um canteiro em formato de coração e uma fileira de girassóis. Eles fazem parte de um paisagismo que reúne mais de 85 mil plantas na 71ª Festa do Peão de Barretos. São 45 mil sunpatiens, 10 mil petúnias e 30 mil orquídeas, distribuídas pelas árvores do complexo, além de girassóis e vincas. Para que flores, vasos e canteiros estejam preparados para receber o público em agosto, o trabalho começa praticamente assim que termina uma edição e segue durante todo o período de preparação para a Festa.
Por trás desse cenário está uma equipe de 15 pessoas, responsável por áreas como a Avenida 25 de Agosto, a Avenida dos Ranchos, praças e outros espaços de circulação. O ciclo para uma nova edição começa entre setembro e outubro, com a preparação da terra e dos canteiros. Parte das mudas vem de Holambra (SP), e o plantio para a Festa começa por volta de março, dando tempo para que as espécies se desenvolvam até agosto.
“Depois da Festa, a gente já começa a preparação da terra. Em setembro e outubro fazemos esse trabalho. Para a Festa, o plantio começa por volta de março, para que as plantas tenham tempo de crescer e estejam floridas”, explica Paulo Dourado, líder da equipe de jardinagem do Parque do Peão.
Além do plantio, o processo envolve preparação do solo, adubação e acompanhamento das mudas nos viveiros antes de chegarem aos espaços definitivos. A escolha das espécies considera também a adaptação ao Parque e o efeito visual de cada uma nos canteiros.
Manutenção continua durante a Festa
Com a abertura dos portões, o trabalho não para. Durante os dias de Festa, a manutenção é realizada duas vezes ao dia e envolve rega, adubação, controle de pragas e reposição de plantas eventualmente danificadas pela circulação do público. Cada integrante da equipe fica responsável por determinados setores do complexo. “Eu separo a equipe para cada um cuidar de uma área. É manutenção duas vezes por dia. Durante a Festa, se alguém pisa em uma planta ou algum canteiro é danificado, a gente vai lá e repõe”, conta Dourado.
Entre os desafios estão pulgões, mosca-branca e outras pragas que exigem acompanhamento constante. A atenção diária ajuda a preservar os canteiros durante o período de maior circulação no Parque.
Entre as espécies utilizadas, a sunpatiens já se tornou presença recorrente no paisagismo do complexo. Segundo Dourado, a quantidade de flores e a variedade de tonalidades, entre branco, vermelho e diferentes tons de rosa, permitem criar composições distintas. “A sunpatiens está aqui no Parque há anos. Ela solta muita flor e fecha bem os canteiros. Tem várias cores, então a gente vai escolhendo e combinando de acordo com cada espaço”, explica.
Nota cedida por: Phabrica de Ideias
Foto: Divulgação
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