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Pepita prepara docureality inédito e negocia com plataforma de streaming

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Anúncio é feito na semana do Dia Nacional da Visibilidade Trans e Travesti e do aniversário de 43 anos de Pepita

Uma imagem enigmática publicada recentemente nas redes sociais de Pepita (https://www.instagram.com/p/DTIwQKKCQbI/) provocou grande repercussão e curiosidade nos primeiros dias do ano. Agora, a informação por trás do mistério vem à tona. Com direção geral de Chica Andrade, a multiartista deu início a captação de conteúdo para um docureality que atualmente já está em negociação com uma plataforma de streaming.

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A proposta do projeto é revelar o lado mais íntimo da artista, indo além da persona pública Pepita para apresentar Priscila Nogueira, a mulher por trás de uma envolvente trajetória na música, que alcança a atuação e chama atenção pelo poder de sua comunicação. Com mais de 10 anos de carreira, Pepita se consolidou como um dos principais símbolos de representatividade do país. Aos 42 anos, mãe e esposa, sua história também se destaca por superar dados estatísticos que ainda refletem a realidade de mulheres trans no Brasil.

Chica Andrade, renomada diretora trans, é quem assina o projeto ao lado de Bruna Leonardi. A Produção é da Paju Entretenimento e as negociações com uma plataforma de streaming já estão em andamento e novos detalhes serão divulgados futuramente, em momento oportuno.

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A ideia do projeto acontece quando Chica passa a ter maior contato com a história de Pepita durante a participação da artista no filme House Of Hilton, projeto que retrata a vida de Erika Hilton. A força da trajetória de Pepita chamou a atenção da diretora, que já assina grandes sucessos no audiovisual sobre a comunidade LGBTQIAPN+.

O projeto propõe um olhar sensível, honesto e profundo sobre identidade, maturidade, família, carreira e sobrevivência, em um registro raro e potente de uma das figuras mais emblemáticas da cultura contemporânea brasileira.

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SOBRE PEPITA:

A cantora, atriz e apresentadora Priscila Nogueira, de 43 anos, conhecida artisticamente como Pepita, é uma das vozes mais expressivas da arte brasileira contemporânea. Multiartista de destaque, nascida e criada em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio de Janeiro, Pepita se tornou um ícone de diversidade, criatividade e expansão cultural.

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Com mais de 10 anos de carreira na música e milhões de seguidores nas redes sociais, Pepita se consolidou com seus funk-hits, abrindo caminhos e representatividade dentro de um dos gêneros mais populares do Brasil. Seu trabalho musical, marcado por presença cênica e identidade própria, ampliou seu impacto e a levou a transitar por diferentes plataformas e linguagens.

No audiovisual, sua presença tem crescido de forma constante. Entre seus trabalhos como atriz, Pepita interpretou Bel na novela “Beleza Fatal” (2025), integrou o elenco do filme biográfico “House of Hilton”(ainda não lançado, sobre Erika Hilton) e atuou no curta-metragem “Meu Preço” (2018), de Hsu Chien, onde fez Veronica. Sua entrega em cena evidencia uma artista inquieta, versátil e profundamente conectada às narrativas que atravessam sua vivência.

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Pepita também alcançou grande impacto como apresentadora. Seu programa “Cartas para Pepita” – que nasce no IGTV, migra para o YouTube, tem temporada no portal Terra e, desde 2025, também está disponível em vídeo no Spotify -, é um espaço acolhedor, de escuta, afeto e orientação para pessoas que enfrentam desafios sentimentais, familiares ou ligados à sexualidade. A sensibilidade com que conduz histórias reforça sua dimensão artística como comunicadora.

A cantora também compartilha sua rotina e experiência como mãe ao lado do marido, Kayque Nogueira, revelando os desafios e alegrias da maternidade do pequeno, Lucca Antonio, de 3 anos. A artista, vale ressaltar, foi a primeira travesti a estampar uma capa de Dia das Mães no Brasil, feito publicado pela revista QUEM, em 2024. Assim como esse, aliás, Pepita é reconhecida por fortalecer a presença de mulheres trans em espaços historicamente negados.

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Entre os episódios de sua trajetória que repercutiram nacionalmente, está o momento em que relatou o preconceito sofrido ao contratar uma babá para seu filho. Ao expor a situação, Pepita evidenciou a necessidade de enfrentar o preconceito em todos os ambientes, inclusive os privados. Em suas próprias palavras: “Eu me considero uma voz para aqueles que muitas vezes são marginalizados pela sociedade. Minha jornada é uma prova de que podemos superar obstáculos e inspirar mudanças positivas, não apenas para nós mesmos, mas para toda a comunidade”, afirma.

Intensa também na cena carnavalesca, Pepita já foi musa da Acadêmicos da Grande Rio e é, pelo segundo ano consecutivo (2025 e 2026), Rainha de Bateria daUnidos de São Lucas. Sua presença na avenida se tornou um marco de destaque e inspiração para a comunidade LGBTQIAPN+ na maior festa popular do país.

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Pepita segue expandindo sua força artística, sua representatividade e sua importância cultural, reafirmando diariamente que sua arte é também manifestação de resistência, beleza e transformação.

Nota cedida por: Mynd Comunicação

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Foto: Divulgação

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** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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