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Fresno lança seu 11º álbum, trazendo um som mais maduro e orgânico

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Na última sexta-feira (24), chegou em todas as plataformas digitais, disponível para o público em geral, o novo álbum da banda Fresno, Carta de Adeus. Tendo sido apresentado em primeira mão, em um show no Espaço Unimed, em São Paulo, onde o público ouviu o disco na íntegra, antes de sua chegada às plataformas digitais.

 

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Indo na contramão do “normal”, a Fresno que percorreu o país com seu álbum anterior, continua reafirmando sua força no ao vivo. Com um trabalho guiado pelo tátil, analógico e orgânico, Lucas Silveira, Vavo e Guerra apresentam um disco que não faz atalhos para se aproximar cada vez mais do essencial.

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Produzido por Lucas Silveira, função essa que vêm exercendo desde 2012, quando a banda saiu da Universal, Carta de Adeus parte de um princípio direto e quase radical: permitir que os instrumentos soem como são. Guitarras que soam como guitarras, baterias que respiram como baterias e vozes que ocupam seu espaço sem camadas excessivas

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Diferentemente de trabalhos recentes da banda, o álbum reduz a presença de ferramentas digitais e se ancora em uma sonoridade orgânica, conduzida por escolhas que revelam o desejo de trazer mais calor para o fonograma, aproximando da gravação a energia de suas apresentações ao vivo.

As letras, muito bem construídas, trazem o peso de ações, sentimentos e a ‘VIDA‘, ficando quase impossível não se identificar ou compartilhar daquilo que está sendo dito. A consolidação da sonoridadenão nasceu do vazio, muito pelo contrário, foi amadurecendo ao longo do processo de composição do álbum.

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Com referências musicais que brindam a gênese do rock de linguagem brasileira, a criação do disco incorporou em seu setup equipamentos analógicosda década de 80, como câmaras de eco e unidades de chorus, que pouco a pouco foram tingindo as músicas com novas texturas enquanto eram compostas. Não se tratava de reproduzir uma estética, mas de permitir que essas ferramentas moldassem naturalmente a identidade sonora do álbum. As canções começaram a ganhar cor.

Tendo como fonte de inspiração som de bandas como Joy Division, New Order, The Cure, Titãs, Paralmas do Sucesso, Engenheiros do Hawaii e OMD, onde Lucas Silveira revisita a si mesmo quando era adolescente em Porto Alegre. A banda consegue consolidar essa atmosfera, a linguagem do som emocore brasileiro. Estilo ao qual a banda foi inserida desde o início de sua carreira, com seu sucesso emitente no cenário músical até o presente momento.

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Apesar do nome, Carta de Adeus, não sugere um encerramento. Pelo contrário, nele a Fresno constrói um percurso que aponta para a maturidade e expansão. O disco se torna, portanto, uma forma de compreender o mundo da maneira mais cruapossível que ele possa parecer.

Nota cedida por: Bruna Vidal

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Foto: Divulgação

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** A opinião expressa neste texto não é necessariamente a mesma deste site de notícias.

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